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Tweel: O Pneu sem câmara da Michelin

Não é uma novidade e sim uma inovação curiosa. O Tweel -da Michelin- veio para substituir os pneus com câmara de ar. Na verdade é um conjunto roda/pneu que conta com armações 'deformáveis' de borracha que fazem o mesmo trabalho do pneu de câmara de ar, sem o inconveniente dos furos possíveis e da calibragem periódica.
Muito resistente, o sistema já está sendo testado inclusive em veículos militares e será muito eficaz em áreas minadas.
O Tweel foi testado primeiramente num sedã Audi e funcionou perfeitamente. É impressionate a visão do sistema em ação. O fato do conjunto não permitir -obviamente- regulagens (dureza e maciez, por exemplo) não vai fazer muita diferença.
A rodagem confortável, dizem que ele tem. Só resta saber se será tão resistente como os pneus radiais de aço, com câmara.



Brasil bate recorde em blindagem de veículos

Quem deve estar 'feliz' com a atual situação da criminalidade no país são as empresas de blidagem veicular. Calma, isso é apenas uma brincadeira... É?
A procura por esse tipo de serviço vem apresentando crescimento anual de mais de 15%. Lembrando que em 1995, a produção anual não ultrapassava 400 unidades blindadas. Em 2007, passou de 5.300 veículos.O crescimento é equivalente ao números da violência e influencia diretamente na economia. Não é um aumento vertiginoso, mas estável e provavelmente constante para os próximos anos.
Embora a concentração de blindados esteja mais presente nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo -- que representam respectivamente 28% e 40% do mercado --, regiões como o Nordeste e o Sul tendem a ser zonas de investimento das blindadoras. A crescente violência em capitais como Recife, Fortaleza e Belém, por exemplo, estimula a procura por veículos seguros. Ou seja, é um mercado nos quais as razões variam de região para região.
"No Ceará existe muito seqüestro. Já em São Paulo, Pernambuco e Bahia, os clientes procuram por conta dos assaltos nos sinais, com o carro parado. No Rio existe um motivo muito exclusivo: a bala perdida", ressalta Paulo Júdice, diretor técnico e engenheiro da Piquet Blindagens.
O que mudou foi o perfil do público que procurava pelo serviço. É verdade que a blindagem ainda não se popularizou em grandes proporções. Entretanto, não é mais estranho encontrar carros médios nas oficinas de blindagem. O Toyota Corolla é o campeão de blindagem nos últimos dois anos, segundo a Abrablin. A classe média-alta está atenta e procura pela segurança.
"Hoje já temos uma procura de carros que custam R$ 40 mil, por exemplo. Não é mais uma realidade exclusiva dos modelos de luxo", comenta Alfredo Dias Cardoso, diretor técnico e comercial da Oregon Blindados.
Outro motivo que leva a classe média e média-alta ao mercado de blindados é a facilidade na aquisição do serviço. Já é possível financiar o carro blindado ou comprá-lo usado. "A blindagem ainda é um serviço caro, mas acredito que o financiamento pode ser um fator do crescimento da procura", acrescenta Paulo Júdice. Com isso, uma nova tendência começa a surgir no mercado automotivo. Atualmente, os usuários majoritários não são mais as celebridades ou políticos, e sim empresários e executivos em busca de segurança pessoal.
A despeito do constante crescimento, o mercado de carros à prova de bala acompanha inevitavelmente as estatísticas da violência. As pessoas resolvem se proteger e procurar a blindadora principalmente quando acontecem casos próximos ao seu dia-a-dia.
"Temos picos de pedidos com os crimes que têm destaque na mídia. Em fevereiro do ano passado, com o caso do menino João Hélio no Rio, recebemos 40 carros em um único mês. Este mês tivemos novamente muitos pedimos por conta do assassinato do menino João Roberto, na Tijuca, também no Rio", comenta Phillipe Balbi, proprietário da Safe Guard. A procura também aumenta quando novos modelos são lançados ou substituídos pela linha do ano seguinte.
O tricampeão de Fórmula 1 Nelson Piquet na inauguração de sua empresa de blindagem de automóveis em São Paulo. Clientes vêm do Rio, Pernambuco e Bahia, além de São Paulo.
Em busca de segurança total, os consumidores que blindam seus veículos utilizam geralmente o nível III-A -o mais procurado em território nacional- que suporta ataques com pedras e ferro, além balas com calibres 22 e 38, e de armas como Magnum 357, pistolas 9 mm, Magnum 44 e submetralhadoras Uzi, que, segundo pesquisas, são mais utilizadas.
"Não existe meio tiro. Ou você está seguro ou não está. Por isso, pelo histórico de violência nas cidades, usamos este nível na maioria das blindagens", explica Cláudia Candido, diretora de marketing do Grupo Inbrablindados.
A manutenção é outra etapa bastante importante para os encouraçados sobre rodas. É imprescindível fazer a revisão de diferentes itens da carroceria do veículo e verificar possíveis delaminações nos vidros, quando as camadas de um vidro resistente a impactos se descolam. "As revisões periódicas fazem com que a qualidade dos serviços prestados sejam permanentes garantindo a segurança dos ocupantes do veículo", diz Dinah Setton, diretora de marketing da Master Blindagens.
Em termos de tecnologia, as blindadores têm procurado materiais mais leves, que diminuam o peso do carro, para que ele não perca tanto em potência. A fibra sintética aramida, por exemplo, vai ocupando o lugar da chapa de aço. E os vidros tendem a ficar mais finos e menos pesados. De qualquer forma, a blindagem acarreta na perda da originalidade do veículo. "As desvantagens são as transformações que implicam em peso e perda de potência. Mas o cliente que busca o serviço sabe disso, e é algo que acaba compensado com a segurança", valoriza Alexandre Ret, presidente da Câmara de Blindados da Abrablin.
PELO MUNDO
Enquanto no mercado brasileiro o nível III-A é o mais utilizado, o mesmo não acontece no exterior. Nos Estados Unidos, Europa e Oriente Médio, por exemplo, o perfil dos usuários de veículos blindados fica praticamente restrito a políticos ou milionários famosos. Como as armas utilizadas também são um pouco diferentes, os carros são protegidos no nível III, que suporta fuzis M16, 7.62, AK 47, AR 15 e FAL (Fuzil de Assalto Leve). Os Estados Unidos, aliás, exportam serviço para o Oriente Médio, onde são comuns bombas e arsenais pesados de guerra.
A África é outro mercado em crescimento. Lá acontecem casos semelhantes aos do Brasil. A riqueza concentrada de uns e a pobreza da maioria gera violência urbana, e a procura pela blindagem acompanha esse ritmo.
Adaptado do UOL

Nissan reacende a idéia dos dispositivos que visam reduzir acidentes causados pelo consumo de álcool

A idéia é antiga, mas sempre atual. Principalmente quando o objetivo é reduzir os números grotescos de acidentes causados pelo consumo de bebidas alcoólicas.
Segundo informações da Nissan, os dispositivos ainda não podem ser detalhados, por estarem em fase de teste, mas podemos concluir que a tecnologia consiste em bloquear a partida do carro com um dispositivo que detecta o grau de presença de álcool no hálito do motorista. A hipótese de introduzir um código pessoal que dificilmente uma pessoa em estado ébrio poderia recordar, não foi confirmada pela companhia. A idéia de desenvolver veículos dotados de um mecanismo "anti-embriaguez" surgiu no início do mês, em uma reunião do departamento de desenvolvimento e pesquisa.
Diante de inúmeros acidentes de trânsito envolvendo motoristas embriagados no Japão, a iniciativa da Nissan pode, em breve, ser copiada por outros fabricantes de automóveis.
Duas coisas:
1-Só não pode ser ítem opcional. Principalmente no Brasil, claro.
2-O dispositivo não deverá medir o nível de álcool do próprio veículo...


Turbo: Como é o esquema? Pra que serve?

Nesses tempos de tuning é importante saber o significado e o funcionamento de sistemas automotivos interessantes, tirar suas conclusões e descobrir se é ou não relevante instalá-los no seu carro.
O sistema de turbo é utilizado na mecânica como um artifício para aumento de potência em motores a combustão. Para tanto, é empregada uma peça conhecida como turbocompressor ou turbo (de turbina). Não deve ser confundido com o compressor que usa parte do torque do motor, também conhecido como compressor mecânico.Atualmente, diversos modelos de série são dotados do sistema.
Os motores aspirados são os que não utilizam de nenhum artifício para aumento do fluxo de ar a não ser a aspiração natural resultante do movimento de descida do pistão no início de cada ciclo. Neste movimento o pistão gera vácuo parcial, que resulta na entrada de ar, pois a pressão no cilindro é menor que a atmosférica.
A segunda forma se dá através da colocação de um sistema de comprensão de ar que seria um compressor mecânico.
Os motores equipados com compressor mecânico não apresentam o turbo-lag e se baseiam em princípio semelhante ao turbo-compressor. Contudo a energia necessária para seu funcionamento, parte diretamente do motor. Uma ligação por correia em um sistema de polias entre o virabrequim e o compressor.
O compressor mecânico é mais simples: sua pressão se autolimita, sendo desnecessária a válvula de alívio do motor turbo. A pressão é limitada pela relação de diâmetros entre as polias do virabrequim e do compressor.
Confira alguns modelos turbo-alimentados:
Audi (A3 1.8 T 150cvs, A3 1.8 T 180cvs, S3 225cvs, A3 2.0 FSI 200cvs) Bugatti (Veyron quadri-turbo 1001cv) Fiat (Marea Turbo 182cv, Tempra Turbo/Stile 165cv, Uno Turbo 118cv Grande Punto 1.4 155cv ou 180cv)) Mazda (CX-7 245 Hp) Peugeot (207 1.6 THP 150cv, 308 1.6 THP 150cv) Opel Vauxhall GM (Astra 2.0 16V Turbo 200cvs, Astra VXR 240cvs, Zafira OPC 200cvs, Zafira VXR 240cvs) Volkswagem (Golf GTI 1.8L 20v 193cv(com gasolina premium), Gol 1.0L 16v Turbo 112cv) Porsche (Porsche 911, atualmente com 530cv na versão GT2)

Carros que usam compressor:
Ford (Fiesta 1.0 Supercharger 95cvs, EcoSport 1.0 Supercharger 95cvs) Mercedes-Benz (SLK 320 Kompressor, SLR McLaren, C230) Jaguar (XKR, XJR)

Kit Esportivo X Desempenho

Que tal combinar visual esportivo com desempenho?
Nem sempre a prática segue essa teoria. Não acredite que basta a instalação de um kit de aerofólio, spoilers e saias para que se melhore também a performance do veículo.
Mais: no caso de veículos de passeio, o objetivo maior é diminuir a resistência do ar para que o carro ande mais e economize combustível.
Alguns kits funcionam para que o veículo 'pregue' no chão, mas tem que ser estudado para cada modelo, para cada velocidade.
Com os carros de competição, o desafio é ter mais velocidade e, ao mesmo tempo, aumentar a pressão da máquina contra o solo. O aerofólio é a asa, causa força de avião e prega o carro no chão. Ele pode acelerar mais porque o carro está bem estável. O spoiler, quando se faz a curva, chega a raspar no chão, mas não deixa entrar o ar causando um down force (força para baixo), e tira o ar do pneu.

Instalação de rodas esportivas no seu carro é o básico do Tuning!

Mais que embelezar o visual do carro, as rodas também têm sua função e as rodas de liga leve têm no nome sua razão de ser- claro, por serem muito mais leves do que os modelos de aço, as mesmas diminuem o peso do jogo que não é preso pela suspensão.
Dessa forma, elas se moldam de forma mais eficaz às irregularidades do solo, otimizando o desempenho dos pneus.
Fora que, pelo fato de serem mais leves, o motor tem menos necessidade de força para colocá-las em movimento. Você já pode imaginar para onde vai essa 'sobra' de força...
Combinadas com pneus de perfis mais baixos e/ou mais largos, as rodas de liga leve são opcionais essenciais para se deixar o carro no estado de 'equipado'.
Apenas um recado: modificar o diâmetro e/ou largura das rodas deve ser feito com muito cuidado, pois isso altera os parâmetros com que outras peças do veículo trabalham. Na dúvida, consulte um profissional -de verdade!- para fazer a instalação!

Castrol GTX Alta Quilometragem

Fórmula aditivada especialmente desenvolvida para carros com alta quilometragem que apresentam maior consumo/queima de óleo

Segundo o fabricante, a exclusiva viscosidade de GTX Alta Quilometragem proporciona melhor vedação das folgas do motor, diminuindo o consumo de óleo lubrificante.
Sua fórmula aditivada especialmente desenvolvida para carros com alta quilometragem dispensa o uso de aditivos complementares.

O lubrificante reduz ainda a perda de pressão do pistão, maximizando a perda de pressão do motor.Da mesma maneira, possui uma menor perda por evaporação no motor, quando comparado aos seus principais concorrentes do mercado.